<span class='p-name'>“Agulha no palheiro”: o valor da liderança autêntica nos dias de hoje</span>

“Agulha no palheiro”: o valor da liderança autêntica nos dias de hoje

Dentro das organizações e empresas, a demanda é sempre por modelos de liderança eficazes: pessoas com perfis únicos, que “façam as coisas acontecerem” e, ao mesmo tempo, “influenciam outras pessoas a serem melhores profissionalmente”. 

Muitas vezes a palavra autenticidade é usada para definir esse tipo de profissional. Mas o que isso quer dizer?

O primeiro ponto importante é entender que ninguém consegue ser autêntico tentando imitar uma outra pessoa. É vital aprender com os erros e acertos dos outros, mas o que dá a característica genuína, pura e legítima (autêntica) à personalidade de alguém é algo verdadeiro e característico dela (da pessoa). 

Isso é crucial para entender as transformações que fizeram com que o mercado parasse de cultuar personalidades (executivos ou empresários), como era comum na década de 80, por exemplo. 

Produzir líderes autênticos é quase que uma exigência, assim como realizar trabalhos alinhados aos propósitos e valores pessoais, em ambientes acolhedores e criativos de trabalho. 

Hoje, as lideranças pelo exemplo também são pessoas que se comunicam abertamente, falam de maneira honesta sobre seus fracassos e compartilham as lições e práticas que as levaram a atingir algum objetivo. 

Ao contrário do que se pensava, tornar esses conceitos comuns e democratizar os aprendizados, não diminui os diferenciais competitivos. Pelo contrário, essas lideranças criam sectos (grupos) de admiradores, pessoas que seguem, compartilham, consomem e se relacionam com marcas, organizações, ideias e negócios. 

Na era da influência digital, é muito importante entender as mudanças de comportamento que nos levam a repensar a maneira como contamos histórias, construímos reputação e, consequentemente, produzimos líderes autênticos, capazes de influenciar outras lideranças.  

Quem é o líder autêntico? 

As pesquisas sobre o assunto mostram que as lideranças autênticas surgem de suas histórias e escolhas de vida, por isso, as organizações também buscam uma gestão cada vez mais humanizada das pessoas. 

O que se sabe é: você não precisa nascer com traços e características pré-determinadas para ser um líder. O desafio é conhecer-se o bastante para identificar habilidades e competências que vão permitir você use seu dom de liderança em prol de outros, para “servir”. 

Portanto, outro ponto importante da formação de um líder autêntico é que ele é o responsável pelo desenvolvimento de sua liderança. A base de sustentação são seus valores e crenças. Conhecer esses pilares permite desenvolver sua liderança testando seus princípios, o que deverá levá-lo ao equilíbrio tão demandado pelo mercado de trabalho atual. 

Um líder autêntico consegue manter-se motivado e impulsiona conquistas – as suas e as dos colaboradores. 

Tem uma equipe coesa, engajada, que se reinventa e desenvolve constantemente. 

Reconhece os talentos, conhece as pessoas e valoriza o trabalho de uma maneira igualitária. 

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